"Se eu fumasse, acenderia agora um cigarro, a olhar o rio, pensando como tudo é vago e vário. Assim, não fumando, apenas pensarei que tudo é vário e vago, realmente, mas sem cigarro, ainda que o cigarro, se o fumasse, por si mesmo exprimisse a variedade e a vaguidade das coisas, como o fumo, se fumasse."
Estranho, vago, descabido e irresistível. Tal como o Strange kind of love que vai ecoando para fora das quatro paredes da minha casa e da minha pessoa.
Grande senhor. Grande concerto.
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